quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Sétimo dia - 12/10 - A estrada da morte



Bom dia pessoal

Acordamos cedinho com a adrenalina para o dia, faríamos a estrada da morte. Na foto acima, a Ruta 3 entre La Paz e Coroico e na imagem abaixo, o desvio na seta vermelha, para a Estrada da Morte.

Café da manhã reforçado para o dia que promete...

A saída de La Paz, sempre um pouco complicada, mas o GPS ajuda e nos remete para a Ruta 3, que vamos descendo com belas imagens das montanhas congeladas. Esperávamos até mais frio nesta trip, mas até que o tempo ajudou bastante e hoje, cedo, enfrentamos neste início de descida, temperatura por volta dos 6º que é bem tranquilo para a roupa que estávamos utilizando. Uma segunda pele e o forro térmico da jaqueta e claro, o aquecedor de punho para não congelar os dedos, porque sempre é a parte mais exposta numa viagem de motocicleta. Eu que não tinha na outra moto, recomendo, junto com o protetor de mãos, para quem for enfrentar baixas temperaturas por longo período.

Bom, e vamos descendo a bela estrada, com túneis e cruzando inúmeras vezes com vans e ônibus carregados de bicicletas e algumas andando na ótima e asfaltada descida.

Até que chegamos no ponto de entrada da esperada estrada, paramos para um lanche, barra de cereal, água e calibrarmos os pneus, deixando-os com umas 25 libras para melhorar a aderência na terra.
 



O amigo Big decidiu não ir pelas curvas da Estrada da Morte e foi pelo asfalto (também cheio de ótimas curvas) nos esperar para o almoço em Coroico. O problema ele descobriu depois..... a estrada de asfalto (ruta 3) estava com uma parte em reforma e fechada, existindo um desvio por terra, que ele acabou tendo que enfrentar e, o detalhe, sem a parceria dos amigos. A legítima estrada da morte.








Quando chegamos em Coroico, primeiro no pedágio na entrada da cidade, que não era bem um pedágio, mas um senhor com uma corda estendida na rua, cobrando para quem fosse entrar na cidade e foi quem nos avisou que o Big já tinha passado por lá e informado que chegaríamos mais tarde.

Fomos almoçar rapidamente, descansar e pegar a estrada de volta, agora pela Ruta 3. No retorno, ainda precisamos ficar uns 40 minutos esperando abrir a estrada, no desvio que o Big tinha pego, aproveitando para utilizar o compressor e voltar a pressão dos pneus para o asfalto das inúmeras curvas em subida. Estrada muito bonita mesmo.

Valeu o dia, a estrada da morte estava vencida e mais uma experiência para nós que tínhamos como um dos objetivos a conhecer nesta Trip. Quem venham as próximas trilhas e estradas difíceis, rípios, etc. Só precisamos de parceria e preparo!




Filme com nossa descida na estrada da morte


Chegamos no hotel enfrentando o congestionamento de final de tarde, mas até que foi fácil entrar na garagem na íngreme descida da rua do Hotel Cordilleira Real, já que com o movimento, conseguimos que os carros nos aguardassem para abrir a curva na rampa de entrada da galeria.
Veja o filme abaixo, da entrada da galeria / garagem 00:45 (a kombi estacionada antes ajudou, protegendo a entrada) e um pedacinho da hora do rush.





Abraço e até amanhã.

Amaro



moto copacabana triumph amaro 2013 peru "moto de rua"

Sexto dia - 11/10 - Rumo a La Paz




Oi, amigos e amigas
Estou de volta, recuperando o tempo, ou melhor, o texto perdido, porque de resto, nosso tempo voava com tantas atrações, estradas, lugares, abastecimentos, curvas, lanches, alimentação, cerveja, pisco sauer e nos divertindo muito. Ainda bem que a memória é boa, sendo uma parte importante de minha mente e de meu ser, que faz com que sempre enfrente o desconhecido de frente, as vezes com algum receio, mas sem medo. Me trouxe até aqui e tem me levado a enfrentar cada adversidade com determinação e paciência. Se assim me foi apresentada a vida, assim eu a viverei. É o que ganho compartilhando meus dias com minha família, com meus amigos e o mundo.


Bom, deixando de divagações...

Agora já podemos até dizer que estamos ambientados na Bolívia, sua altitude, um pouco de seus costumes, comidas e moeda, mas ainda temos pela frente o que nos disserem ser La Paz, seu trânsito e seus contrastes. Já não sinto tanto mal estar pela altitude e recuperei meu estômago, tendo-o como meu aliado novamente para manter-me de pé e forte.

Da alimentação, quase sempre escolhemos "Truta a la plancha", um singelo frango "Pollo", uma sopa e dificilmente uma carne devido as condições de armazenamento em que vimos muitas vezes a carne exposta. E quanto ao preço, aqui na Bolívia é tudo muito barato.

Saímos cedo do Hostal La Casona e graças ao GPS, ruela e mais ruela até conseguirmos sair de Potosi e pegarmos a estrada que por sinal está sendo duplicada e vai virar uma autopista de duas faixas. No futuro, vai ser mais fácil ainda atravessar os países da américa latina e conhecer melhor cada lugar, com a integração de estradas nos diferentes modais rodoviário e ferroviário. Pena que no Brasil, nossa infraestrutura viária ande tão devagar e para viajar de motocicleta tenhamos mais perigos que nos demais paises.
Vamos ganhando distâncias e nos aproximando de La Paz e de suas altas montanhas nevadas. Pena que neste dia, falhei em minhas anotações e o horário e quilometragem não foram registradas quando passamos por Challapata e Oruro vencendo o percurso diário de 530 Km desde Potosi.

Putz, agora sim, o transito está pesado e cheio de vans que vão parando em todo lugar e nos obrigam a redobrada atenção, ir desviando e nos enfiando por entre elas para nos mantermos agrupados. Esta era a minha maior preocupação, de o grupo se separar, e nossa estratégia era confiar no GPS do Roberto e do Big, que tinham o endereço do hotel já indicado, o Cordillera Real, na av.Munhecas, 494. www.hotelcordillerareal.com.bo, com garagem numa galeria a 20 metros na mesma calçada (ladeira).
Hotel bom, com wi-fi somente no lobby, bons quartos, chuveiro bem quente e serviço de lavanderia rápida, que utilizamos para tirar o pó da roupa de cordura e outras, após a estrada da morte. (xi, nem chegamos lá, vai ser amanhã. kkkk). E bem localizado, próximo a várias lojas de roupas para frio, columbia, norh face e outras, restaurantes, mercado de las brujas, inferninhos, casas de câmbio e táxi na porta se necessário.

Retiramos tudo das motos para o passeio do dia seguinte, na descida para Coroico, pela a tal temida Estrada da Morte.
http://www.rockriders.com.br/index.php/conteudo-completo/curiosidades/item/196-saiba-um-pouco-mais-sobre-a-estrada-da-morte-na-bolivia


Um bom banho e saímos para jantar, claro, Truta a la Plancha,  que amanhã vamos a tal estradinha de mão inglesa.


Boa noite


Amaro

Algumas fotos para marcar o dia

Para registro, pretendo ir ver a largada ou alguma outra parada. Vai ser uma das pedidas do ano.


Paradinha num entroncamento perto de Oruro, muito mal sinalizada que nos obrigou a um retorno entre muitas vans que surgiram do nada, já que ao chegarmos estava vazio e quando precisamos retornar era aquela muvuca.

Preço da Gasolina na Bolívia, por 3,74 Bolivianos, que na cotação era R$ 1,00 x B$ 0,33.  Único detalhe é que eles cobram um pouco mais para estrangeiros, mas mesmo assim, a Bolívia é muito barato para viajar.


Uma foto no local onde fomos jantar na primeira noite em La Paz. Nos divertimos muito nesta viagem, grande parceria do quinteto.

Pausa para hidratação 

Bagunça no quarto, organizando algumas fotos no micro do Big. 




Quinto dia - 10/09 - O Salar Uyuni




 
Não lembro do nome, mas o hotel não oferecia café da manhã, que fomos procurar no mercado da cidade, onde compramos pão, frios e suco em caixa e voltamos para o hotel, tomar o café, pegarmos nossas mochilas e fecharmos a conta.







E no horário combinado 9:30, apareceu o carro, uma Toyota 4x4 para nos levar ao passeio contratado. Primeiramente, no cemitério de trens, onde estão inúmeros vagões cargueiros e locomotivas que eram utilizadas para levar minério até o porto de Iquique.


Fizemos o passeio pelo Salar de Uyuni, onde tiramos inúmeras fotos e almoçamos em uma de suas ilhas onde tem habitações, museu, banheiro, hostal, restaurante e um parador para inúmeras vans, que param rente a mesas feitas de pedras de sal, onde almoçamos carne de Lhama com quinoa, salada e coca-cola.
Na volta o motorista ainda parou em alguns buracos no sal para pegar cristais de sal, que ficam abaixo da linha dágua.
Moto de um alemão que está a 3 anos na estrada

 




Como o ônibus de retorno somente sairia as 19:00 horas, eu e o Augusto fomos procurar um hotel para descansarmos umas 3 horas, já que ambos estávamos com problemas intestinais e bem cansados da maratona. Achamos por 30 bolivianos e tiramos um belo ronco.

Mais curiosidades: o ônibus que viemos para Uyuni e voltamos para Potosi era o mesmo e com o mesmo motorista que a nossa ver (ou ouvir), businava a cada curva, até parecia que queria sempre ficar avisando, aí vou eu, tal era a velocidade que desenvolvia nas inúmeras curvas entre Potosi e Uyuni.

Chegamos em Potosi, umas 22:00, pegamos um táxi por 15 bolivianos e fomos para o La Casona, dormir, já que no próximo dia, o destino é a estrada e La Paz.

Boa noite

Quarto dia - 09/09 - Minas de Prata e Rota ao maior salar do mundo Uyuni

Bom dia

A primeira coisa que eu queria ver era como estava o café da manhã no meio das motos, afinal, isto era novidade, ao menos no meu caso, que ainda não tinha ficado em um Hostal com motos espalhadas pelo pátio interno.

Pessoal do Tubaroes do Asfalto junto no café da manhã
Beleza, deu para tomar o suco de laranja (tampico, sim, o mesmo tampico que temos aqui), cereais com leite e água quente para colocar chá ou café, com manteiga em lascas num prato e uma geleia. Ah, com aquele pão duro que as vezes até dá para separar em duas partes para tentar fazer um sanduba e em outras, só comendo em lascas. mas é o que a casa oferece e estamos mesmo em férias e nos divertindo. 


Após o café, nos preparamos para o esperado passeio as minas de prata. Apareceu o guia, um gaiato metido a mineiro que nos chamou para uma conversa sobre o passeio e uma mochila de saco de linhaça que deveríamos usar para colocar somente água e regalos para os mineiros. Bom, até aí, nós com nossas roupas e achando que era só pegar a mochila.
Aí o guia "mineiro" nos leva para o terraço do La Casona (belo lugar para algumas fotos da cidade e das montanhas a redor), para colocarmos as roupas de mineiros, que eram uns trapos rasgados calça, camisa e uma bota de borracha.
Acrescentamos a isto tudo, o cinto com a bateria e o capacete com lâmpada para utilizarmos nos túneis.




Embarcamos numa Van com todos os novos "mineiros" a vamos para a mina.... foi o que achamos, mas primeiro demos uma passadinha para comprar uns regalos para os mineiros e um papo sobre como funciona o sindicato, a cooperativa de mineiros.
Numa ruela que tem de tudo para mineiros e que o Roberto até achou estranho o porque teria tudo aquilo, pá, picareta, macacão, etc, porque achávamos que era como aqui, que existe uma empresa por traz que fornece tudo para o trabalho.
Não, lá na Bolívia, é só cooperativa de mineiros que está explorando o que restou, porque o filé, as empresas já levaram nos séculos passados e agora estão na rapa do tacho, pegando migalhas.

E a explicação do guia, na frente da "lojinha" de regalos era sobre a folha de coca e como eles utilizavam, junto com um outro produto tipo bicarbonato e alcool 96º. SIM, alcool 96º mesmo que os caras tomam junto com refri de laranja, limão, guaraná ou puro. Pelo menos foi o que o guia mostrou, provou, deu para o pessoal provar e depois, alguns confirmaram com mineiros dentro da mina ou que eu também ví, a "deriva" contemplando o horizonte e a bochecha cheia de coca. Ao invés de almoçar ou comer alguma coisa, ficam mascando a coca e vagando a mente.  eta perdição

Então cada um de nós comprou os regalos (coca, refri e alcool 96º -acho que uma garrafinha de 150 ml) para levar ao passeio na mina e colocamos na mochila de mineiro.


Fomos para a mina e antes de entrar, mais papo populista, de cooperativa, de governo, etc que já começava a encher o saco....
E vamos então ao túnel conhecer a mina, ligamos a lâmpada do capacete e entramos serpenteando e agachando algumas vezes, nos desviando de toras de madeira as vezes meio podre e quebradas, canos, fios de energia, enfim, vamos mina adentro. Mais uma vez, para para mostrar algumas estalagmites e outros extratos minerais de decomposição, etc, que segundo ele, poderiam ser até venenosos, não encosta a mão. E mais papo de cooperativa, de governo, etc.
Eu em algumas vezes, já com as pernas bambas de dor por andar agachado e ao chegarmos num ponto que teríamos que entrar num buraco (sim, num buraco em diagonal para cima), eu e o Augusto desistimos e voltamos com o segundo guia.

Ficamos aguardando do lado de fora, já dormindo encostados  no que parecia um grande transformador elétrico, até que o pessoal voltou.
Foi mesmo roubada ter ido até o fim e mineiros não tinham, exceto segundo eles, dois que estavam por lá para pegar os regalos. E os demais regalos foram deixados numa cabana, que segundo o guia era a discoteca.
Eu e o Augusto que estávamos a mais tempo ali, vimos que aquelas salinhas eram onde estavam o pessoal reunido, mascando, de papo, enfim, matando o tempo.
e serviço de mineiro foi o que não vimos até porque, como já disse, o que restou são restos de minério que os cooperativos vão extraindo a mão e que não se prestaria para o formado industrial.
Parece que a montanha original há havia diminuido em algumas centenas de metros, com as extrações realizadas por séculos.

Curiosidade: segundo o pessoal do Hostel, a rua do La Casona, no século 16 tinha o piso de prata que foram levados pelos colonizadores. Não sei se verdade ou não.
 Ladeira do La Casona, saindo com destino a La Paz

Depois do passeio, fomos procurar um local para almoçar e o que encontramos foi uma pizzaria, mas o que escolhemos foram outros pratos, que demoraram bastante. Pedidos uma cerveja que veio quente e optei por uma coca cola e cometemos um erro que foi pedir gelo. Gelo de água de torneira, que colocamos no copo com gosto e na noite, fui agraciado com uma diarréia e o Augusto com mal estar estomacal. Parece que o Adalto se safou desta.

Na volta do almoço, pesquisando sobre o passeio para o Salar de Uyuni, que eu queria ir de moto e alguns prefeririam ir de ônibus. eu estava ainda indeciso, mas conversando com um dos Tubarões do Asfalto que voltou dizendo ter muita areia, etc, optei por também ir de ônibus.
Na correria, fomos para a rodoviária pegar um ònibus para a cidade de Uyuni, que saia as 19:00 horas e que chegaria no destino as 22:30. Embarcamos no ônibus e chegamos em Uyuni, logo ao descer já tem um pessoal oferecendo o passeio ao salar e acabamos fechando com uma menina do "Expediciones Nueva Aventura" que também nos levou a um hotel para dormirmos.

Dormimos...



Nossa rota até o Salar de Uyuni (de ônibus buzinando o tempo todo e eu querendo dormir)

Terceiro dia - 08/09 - Entramos na Bolívia e seus contrastes

Rota de nosso terceiro dia


A receptividade no Hostal Flor de Maimará foi excelente, já que os donos são brasileiros e amigos do Big e o café da manhã, já bem diferente do que tivemos em Corrientes, no Hotel San Martin, que era farto. Agora foi água quente, café em pó, leite em pó ou chã de coca ou outro, com pão de forma (sanduiche) e mantequila ou uma geléia de alguma fruta típica da região, que agora não lembro o nome.
Mas valeu pela noite bem dormida e bom banho que o Hostal oferecia, aliado a nossa ansiedade de continuarmos a viagem hoje que teríamos grandes novidades: a entrada na desconhecida Bolívia.

Pegamos a estrada as 8:30 com destino a La Quiaca e fizemos rápidas paradas para fotografias ao largo de Tilcara, que é o Pucará de Tilcara, a 2 km do centro urbano, onde encontra-se no topo de uma colina, possuindo uns 10% do que foi o povoado indígena, de época pré-colombiana, com suas moradias tipicas.
Outras fotos bonitas foram propiciadas pela luminosidade da manhã e as altas montanhas que nos acompanham na estrada pelo vale.

Chegamos em La Quiaca as 11:10, percorrendo 211 Km, abastecemos as motos, que no meu caso, deu 9,8 litros no tanque e mais 10 litros no bidon, já que entraríamos na desconhecida Bolívia e as informações que tínhamos era que teríamos problemas de combustível.
E fomos para a Aduana La Quiaca / Villazón fazer os trâmites de saída/entrada. Dica: como estamos de moto, não deixe-a no estacionamento porque você não conseguirá ficar de olho, entre direto na fila que ficará sempre com a moto na sua visão. Foi isto que eu e o Big fizemos, já que tinhamos nos perdido dos demais que foram para o estacionamento. Melhor assim.

Fora a demora que já é normal nas aduanas, nenhum problema, bastando apresentar passaporte e documentos da moto.
Fizemos a Aduana com um grupo de Argentinos em umas 15 motocicletas. Este grupo por sinal, andava muito forte e não parava e nem pagava nenhum pedágio nas estradas Bolivianas.

Aproveitamos e já fizemos um câmbio ao lado da Aduana, trocando os pesos Argentinos e alguns Reais por Bolivianos.

E os contrastes começaram a aparecer, quanto ao estado das ruas de Villazón, buzinas e o povo com seus trajes típicos. Mas para nós, tudo novidade e muitas fotos.

O negócio é pegar a estrada, porque o destino é Potosi.



 Aduana Bolivia

 Aduana La Quiaca - a mesma com foto do lado Argentino

 Estrada no altiplano Boliviano


Fazendo a declaracion jurada y compromiso



"Potosí é a capital da província de Tomás Frías e do departamento de Potosí, na Bolívia. Sua população, de acordo com o censo de 2009, é de 194 298 habitantes. Está localizada a 3 967 metros de altitude, sendo uma das cidades mais altas do mundo."

Chegamos a Potosi e fomos procurar um Hotel, sempre orientados pelo GPS do Roberto e como o transito nas estreitas ruas de Potosi estava ruim e com as motos XC800 falhando devido a altitude, ficamos estacionados na Praça da rua Junin com Linares e foram a casa de um.

Em pouco tempo voltaram e nos dirigimos ao Hostal La Casona
Endereço: Chuquisaca Chuquisaca 460, Villa Imperial de Potosí 02, Bolívia
Telefone:+591 2 6230523
 
 

 
Pelas fotos podem ver a receptividades que tivemos, além de encontrarmos com um pessoal que havíamos cruzado em São Borja, o Hélio e o Luis do Tubarões do Asfalto (www.tubaroes.com.br), além de um outro maluco em uma Tenéré que andava com uma dúzia de ovos pendurada no bagageiro traseiro, na ponta de um caniço. hahahaha tem louco prá tudo.
 
Bom, vamos ver amanhã como será o café da manhã no meio destas motos e fazer o passeio nas minas de prata.
 
Boa noite